Oz

Não se sabe de onde vem o vento

E para onde o vento vai.
Nem se existe há quanto tempo,
Ou quando se esvai.

Se lhe toca a face a ameno,
Agradeça com fervor.
Se lhe empurra forte as vestes,
Mantenha em si o mesmo amor.

O sopro que visita
torna a avisar,
Mesmo que não insista
virá de longe soprar.

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