Matando a Poesia – 0

Matando a poesia é uma novo tópico de textos aqui do blog cujo objetivo é trazer um olhar diferente e na maioria dos casos pessoais sobre as poesias expostas, apresentando sempre que possível o lado histórico, o contexto em que foi escrita e o que acho relevante nas entrelinhas e reflexões que ela nos proporciona. Entendo que interpretar é atribuir um significado ou ao menos tentar, mas estou longe de pensar que essas interpretações encerrem as possibilidades dos versos apresentados. Elas não são nem a ponta do que esses podem representar. Por isso, não matarei a poesia por completo, essa ironicamente será cada vez mais vivida na medida em que diversos olhos cruzarem com seus versos, e também é uma ótima oportunidade para conhecer novos autores e relembrar os antigos.

Para os curiosos: O nome que deu origem a essa série – ainda não sei bem como chamar isso… tópico, série, textos; Se fosse em um programa de TV seria um quadro. Pensemos assim, qualquer um é válido desde que a ideia fique clara – surgiu quando lembrei de uma história que li há muito tempo, em que uma menina escrevia poesias e depois compartilhava com um amigo e ambos ficavam discutindo o sentido que a poesia tinha pra cada um. Lembrei de um trecho em especial em que ela dizia que aquilo era matar a poesia, visto que cada pessoa faz a leitura que bem entender de um poema e as palavras possuem significado ímpar para cada um. Infelizmente não recordo o nome do livro, mas como puderam perceber, isso ficou na minha mente. Não tenho a pretensão de matar a poesia como já disse, mas sim lhe trazer ainda mais vida.

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