Crônicas da Era Dourada

Avisos antes da leitura:

As histórias não tem ligação entre si apesar de apresentarem elementos em comum, isso ocorre pois todas se passam no mesmo universo. Justamente por esse motivo não seguem necessariamente uma ordem cronológica. Aliás, não seguem ordem nenhuma.

Todas elas tem um pano de fundo feito a partir de uma crítica velada sobre a qual nada direi, porém isso pode ter deixado alguns textos mais densos, espero apenas que não tenham ficado confusos, mas isso seria pedir demais. Vocês serão minhas cobaias para essas histórias, então desejo-lhes boa sorte e claro uma boa leitura.

Introdução: 

Após o término do terceiro ciclo instalaram-se três grandes eras. Na cronologia vigente foram separadas por uma antiga classificação de estágios, conhecida por muitos pesquisadores dos livros do tempo. Previstas e debatidas por séculos como passos necessários a existência, fizeram-se então verdadeiras.
A primeira era foi dita era de bronze: os comportamentos e tecnologias eram precários, a civilização ainda desenvolvia-se em seus tortos passos pela escala da evolução, da qual lança-se o olhar atual. A segunda era foi tida como a era de prata: onde pouco a pouco avançava-se em cada setor, levando adiante os passos que a era anterior não havia conseguido avançar. Mas o tempo atual era o mais promissor comparado aos antecessores e tinha em si a promessa dá paz que triplicava seu valor a humanidade. Por isso historiadores nomearam-na de Era de Ouro.
A era dourada era a melhor oportunidade de redenção.
Agarraram-na.

Crônicas da Era Dourada:

Dispositivo
A base
Reconstituição
A inevitável queda
Xisto
Duplicata

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