A marte

O solo rochoso impérvio,
nada mais pode oferecer-te que não poeira ao vento.
Tornados e silêncio pintam a vida em atavio
que tenta se infiltrar em tempo.
Mas abaixo das camadas da superfície,
descobrem-se até rios subterrâneos, escondidos pelo solo duro
E nem mesmo o ápice
faria com aquele fosse um local seguro.
Poderíamos ir a marte,
numa última viagem tripulada
poderíamos encarar como parte
De um sonho adormecido…
poderia essa ser a arte,
fazendo parte da vida que havíamos esquecido. 
Marcianos de plantão saudariam com alegria,
a chegada de novos povos
onde antes não havia.

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